JÚRI DE MÃE ACUSADA DE JOGAR BEBÊ EM LAGOA ACONTECE NESTA SEXTA
Advogado diz que promotora de vendas nega acusações.
G1 acompanha julgamento em tempo real.
Do G1, em São Paulo
O julgamento da promotora de vendas Simone Cassiano da Silva, acusada de jogar sua filha na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), começou às 9h05 desta sexta-feira (19). Sete jurados vão decidir o destino de Simone.
A menina foi encontrada dentro de um saco plástico, em janeiro do ano passado, e hoje vive com uma família adotiva. A mãe estava detida no presídio Estêvao Pinto, é acusada de tentativa de homicídio e pode ser condenada a até 30 anos de prisão. Ela nega o crime.
O júri é presidido pelo juiz Leopoldo Mameluque. O promotor Luciano França da Silveira Júnior atua na acusação e a defesa da mãe é feita pelo advogado Mateus Vergara.
Um esquema de segurança especial foi montado no Fórum Lafayette, na capital mineira, já que o caso teve grande repercussão.
O inquérito policial aponta que Simone escondeu a gravidez de toda a família e do namorado. A menina nasceu em novembro de 2005, mas, por problemas de saúde, permaneceu internada por dois meses. Assim que a promotora e a criança tiveram alta da Maternidade Odete Valadares, em 28 de janeiro de 2006, a promotora de vendas teria jogado a filha na lagoa. Um casal e um vigia que passavam pelo local resgataram a menina, que estava boiando em um saco de lixo preto.
19 de janeiro, 2007
Advogado diz que promotora de vendas nega acusações.
G1 acompanha julgamento em tempo real.
Do G1, em São Paulo
O julgamento da promotora de vendas Simone Cassiano da Silva, acusada de jogar sua filha na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), começou às 9h05 desta sexta-feira (19). Sete jurados vão decidir o destino de Simone.
A menina foi encontrada dentro de um saco plástico, em janeiro do ano passado, e hoje vive com uma família adotiva. A mãe estava detida no presídio Estêvao Pinto, é acusada de tentativa de homicídio e pode ser condenada a até 30 anos de prisão. Ela nega o crime.
O júri é presidido pelo juiz Leopoldo Mameluque. O promotor Luciano França da Silveira Júnior atua na acusação e a defesa da mãe é feita pelo advogado Mateus Vergara.
Um esquema de segurança especial foi montado no Fórum Lafayette, na capital mineira, já que o caso teve grande repercussão.
O inquérito policial aponta que Simone escondeu a gravidez de toda a família e do namorado. A menina nasceu em novembro de 2005, mas, por problemas de saúde, permaneceu internada por dois meses. Assim que a promotora e a criança tiveram alta da Maternidade Odete Valadares, em 28 de janeiro de 2006, a promotora de vendas teria jogado a filha na lagoa. Um casal e um vigia que passavam pelo local resgataram a menina, que estava boiando em um saco de lixo preto.
19 de janeiro, 2007

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