Bush prepara fala sobre mudança climática
Em discurso ao Congresso, presidente encorajará o uso de álcool combustível.
Plano não incluirá cortes obrigatórios de emissões de carbono.
Da Reuters
O discurso anual do presidente George W. Bush para o Congresso, o tradicional Estado da União, deve provavelmente pedir um aumento maciço do consumo de etanol (álcool) como combustível, numa mudança suave -- mas positiva -- da política americana relativa ao aquecimento global. Bush não deve estabelecer tetos obrigatórios para a emissão de gases-estufa, segundo fontes familiarizadas com os planos da Casa Branca.
A fala provavelmente tocará em pontos essenciais da política energética americana, depois que o Bush declarou, no discurso do ano passado, que os Estados Unidos eram "viciados" nos suprimentos de petróleo do Oriente Médio.
Um foco crescente em "segurança energética", tanto pela administração Bush como pelo Congresso, ampliou o impulso a esforços de desenvolver fontes nacionais de combustível, como etanol, para reduzir a dependência americana de importações. Seguindo essa linha, Bush deve pedir maior uso de fontes nacionais de etanol.
Uma fonte que preferiu se manter anônima disse que o discurso de Bush, que ocorre na próxima terça (23), pode pedir que 60 bilhões de galões (cerca de 270 bilhões de litros) por ano de etanol sejam misturados à gasolina americana até 2030. Isso significa um aumento significativo -- hoje a legislação americana estipula que apenas 7,5 bilhões de galões (cerca de 33,75 bilhões de litros) sejam usados até 2012.
A Casa Branca confirmou que o discurso de Bush lidará com aquecimento global -- ainda que o foco principal sejam a guerra contra o terrorismo e a crise no Iraque --, mas disse que o presidente não mudará o tom sobre estabelecimento de cortes obrigatórios de emissões.
Os EUA repudiaram a obrigação de cortar emissões de gás carbônico (principal gás acirrador do efeito estufa) em 2001, quando Bush anunciou que abandonaria o Protocolo de Kyoto, acordo internacional voltado para combater o aquecimento global.
18 de janeiro, 2007
Em discurso ao Congresso, presidente encorajará o uso de álcool combustível.
Plano não incluirá cortes obrigatórios de emissões de carbono.
Da Reuters
O discurso anual do presidente George W. Bush para o Congresso, o tradicional Estado da União, deve provavelmente pedir um aumento maciço do consumo de etanol (álcool) como combustível, numa mudança suave -- mas positiva -- da política americana relativa ao aquecimento global. Bush não deve estabelecer tetos obrigatórios para a emissão de gases-estufa, segundo fontes familiarizadas com os planos da Casa Branca.
A fala provavelmente tocará em pontos essenciais da política energética americana, depois que o Bush declarou, no discurso do ano passado, que os Estados Unidos eram "viciados" nos suprimentos de petróleo do Oriente Médio.
Um foco crescente em "segurança energética", tanto pela administração Bush como pelo Congresso, ampliou o impulso a esforços de desenvolver fontes nacionais de combustível, como etanol, para reduzir a dependência americana de importações. Seguindo essa linha, Bush deve pedir maior uso de fontes nacionais de etanol.
Uma fonte que preferiu se manter anônima disse que o discurso de Bush, que ocorre na próxima terça (23), pode pedir que 60 bilhões de galões (cerca de 270 bilhões de litros) por ano de etanol sejam misturados à gasolina americana até 2030. Isso significa um aumento significativo -- hoje a legislação americana estipula que apenas 7,5 bilhões de galões (cerca de 33,75 bilhões de litros) sejam usados até 2012.
A Casa Branca confirmou que o discurso de Bush lidará com aquecimento global -- ainda que o foco principal sejam a guerra contra o terrorismo e a crise no Iraque --, mas disse que o presidente não mudará o tom sobre estabelecimento de cortes obrigatórios de emissões.
Os EUA repudiaram a obrigação de cortar emissões de gás carbônico (principal gás acirrador do efeito estufa) em 2001, quando Bush anunciou que abandonaria o Protocolo de Kyoto, acordo internacional voltado para combater o aquecimento global.
18 de janeiro, 2007

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