comboia

23 agosto, 2006


A BACIA AMAZÔNICA II

O que os brasileiros sabem sobre as águas do Rio Amazonas, o maior do mundo? Estão poluídas? Servem para consumo humano? É a maior reserva de água doce do planeta Terra? O que leva o mundo estar de olhos na Amazonas? Será que nós, moradores da Amazônia, conhecemos e temos cuidados de mantê-la viva por mais um século? O que é ser ambientalista? O que faço para não poluir o ar, que respiramos?

Começo fazendo perguntas a você que está lendo O Ponto da Notícia, dando-lhe condição de parar e refletir sobre a importância da natureza; a vida de todo ser vivo que aqui vive. A região Amazônica é onde está a maior biodiversidade identificada pelos mateiros (cabloco que sabe os segredos da floresta), pesquisadores e cientistas das melhores universidades do mundo.
Os meios de comunicação de massa (rádios, TVs, jornais e revistas) do Amapá não têm dado o mínimo de atenção a matérias sobre o meio ambiente e suas potencialidades nos últimos 4 anos. Para onde olhamos, assistimos à destruição do meio ambiente causado pelo maior predador da terra – o homem. O homem precisa muito desse espaço para sobreviver, e ainda não descobriu uma fórmula de manter viva a Amazônia, sem matar as espécies da fauna e da flora.
BÔSCO BRASIL
23 AGOSTO 2006

A BACIA AMAZÔNICA INVADIDA
A Bacia Amazônica é formada por pequenos e grandes rios, aproximando o seu povo de novas descobertas científicas e tecnológicas nas áreas da saúde, transporte náutico, agricultura, pesca, segurança, educação e da era digital. Viver bem na Amazônia é respeitar suas diferenças acerca do conhecimento popular e, também, do científico em tempo real, usando o bom senso para atender as necessidades de uma sociedade moderna consumista na floresta, tornando-se comum a navegação de navios ligando desenvolvimento de última geração na comunicação das hidrovias do Amapá, evitando grandes acidentes marítimos e perda humana.

Na Bacia Amazônica existem diariamente mais de 50 navios transportando 80% de matérias primas e produtos industrializados, atendendo à demanda globalizada. A globalização da navegação nas águas do Rio Amazonas e os oceanos deixam os órgãos e os ambientalistas preocupados com a chamada Água de Lastro e as Espécies Exóticas trazida nos navios vazios dos portos de origem.
O Amapá é porta de entrada e saída de todos os navios da região Norte do Brasil, deixando as autoridades brasileiras em alerta máximo. Com relação a água de lastro derramada no rio Amazonas, em frente à cidade de Macapá – a única banhada à margem esquerda, com mais de 350 mil habitantes – o Estado do Amapá está sendo monitorado e fiscalizado 24 horas, durante os 365 dias do ano pela Capitania dos Portos, Polícia Federal e ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no cumprimento das constituições Federal e Estadual na defesa das águas do Amazonas.
O Brasil ainda não descobriu em laboratório um predador para combater e acabar de vez com os vírus, bactérias, algas tóxicas, mexilhão dourado e minhoca do mar trazidos na água de lastro nos porões.

A água de lastro, utilizada em navios de carga como contra-peso para que as embarcações mantenham a estabilidade e a integridade estrutural, é transportada de um país ao outro, e pode disseminar espécies "alienígenas" potencialmente perigosas e daninhas.
Algumas das espécies exóticas se tornaram pragas em países distantes de seus hábitats naturais, podendo alterar o equilíbrio ecológico local, e causar impactos negativos na pesca, na aqüicultura e em outras atividades econômicas. Isto ocorre porque em novos ambientes, alguns organismos ficam livres dos predadores naturais, e em condições favoráveis acabam dominando a fauna local.
A Organização Marítima Internacional da ONU estima que em 1939, 497 espécies exóticas haviam sido introduzidas em ecossistemas de todo o mundo. Entre 1980 e 1998, esse número subiu para 2.214 espécies. Um bom exemplo de organismo exótico que foi transportado pelos ambientes costeiros de todo mundo é o vibrião colérico, que foi um grande problema nas décadas de 70 e 80, que ainda afeta a Índia. Outro invasor conhecido é o mexilhão zebra (Dreissena polymopha) introduzido nos Grandes Lagos nos Estados Unidos. Hoje, esta espécie infesta mais de 40% das águas continentais americanas e causa impactos econômicos severos, principalmente para os setores elétrico e industrial, pois este molusco coloniza massivamente os encanamentos e as passagens de água.
Para se ter idéia da gravidade dos problemas com espécies exóticas, estima-se que somente os Estados Unidos tem o prejuízo de 138 milhões de dólares por ano, incluindo-se os prejuízos e gastos com controles de espécies exóticas aquáticas e terrestres.
A maré vermelha que ocorreu em Guaraqueçaba, litoral do Paraná, causando mortandade de peixes e causando sérios problemas para a população local, foi causada por algumas espécies de microalgas exóticas. Embora não existam evidências, é provável que estas espécies tenham alcançado nossos ambientes através da água de lastro.
Curiosidades:
· Um cargueiro com capacidade de 200.000 toneladas pode carregar mais de 60.000 toneladas de água de lastro
· Todos os navios cargueiros necessitam da água de lastro e não existem produtos substitutos para o lastre amento
· A OMI estima que 12 bilhões de toneladas de água de lastro são transportadas anualmente ao redor do mundo
· A OMI estima que cerca de 4.500 espécies são transportadas pela água de lastro pela frota mundial a qualquer momento
· A cada 9 semanas uma espécie marinha invade um novo ambiente em algum lugar do globo
· As espécies marinhas exóticas são consideradas uma das quatro ameaças aos nossos oceanos.
BÔSCO BRASIL
UM ABRAÇO, BRASIL!
ATÉ JÁ
23 AGOSTO 2006

21 agosto, 2006

Por que alguns povos escolhem outros como alvo preferencial de seu humor? Será que cada nação tem um estilo próprio de rir das outras ou de si mesmas? Por que alguns povos elegem um tipo caricatural como seu símbolo? Produtor de conceitos sintéticos e tendo comunicação impactante, o humor realça identidades e diferenças, construindo preconceitos e estereótipos culturais. É, no entanto, propulsor do riso e da confraternização. Ou seja: o humor divide ao acentuar a diferença e une ao provocar o riso de todos. Através dele, podemos reconhecer nos estereótipos produtos culturais gerados por circunstâncias históricas e por isso mesmo em permanente transformação. Lembrando sempre que, por maiores que sejam as diferenças entre os povos, uma característica define o ser humano de todas as raças, cores, nacionalidades ou religiões: a de ser o único animal que ri. Os brasileiros passam 1460 dias sorrindos de si mesmos, por não saberem escolherer os seus representantes... isso é humor? uma abraço, Brasil! até já.

18 agosto, 2006

Turma de Sarney censura no AmapáApós uma série de ações que resultaram na censura ao jornal Folha do Amapá e às rádios Equatorial e Novo Tempo, a coligação liderada pelo governador Waldez Goes (PDT) e o senador José Sarney (PMDB-AP) dirigiu a tesoura em direção da internet. Os advogados da dupla entraram com ações pedindo a retirada do ar dos sites Amapá Busca e Corrêa Neto, este por republicar artigo do Marcos Chaves, publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, sob o título "Sarneys e o charme da miséria", e o Blog do Alípio, que reproduziu uma antiga matéria da revista Veja sobre o caso Lunus - aquele em que a Polícia Federal flagrou R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo na empresa Lunus, de propriedade de Jorge Murad, genro de Sarney, quando a senadora Roseana Sarney se preparava para disputar a Presidência da República, em 1998. fonte: www.claudiohumberto.com.br/

15 agosto, 2006

Boa Tarde, Brasil!
Quero receber de você dicas de bons libros e autores, tema: O PAPEL DA IMRENSA COM RELAÇÃO AO MEIO AMBIENTE AMAZÔNICO.
Um abraço, Brasil !
muito obrigado

11 agosto, 2006

O papel da imprensa com relação ao meio ambiente no Amapá Brasil
Boa Noite, Brasil!
No próximo você vai ter informações do meio ambiente do Amapá e, conhecer a maior biodiversidade do planeta terra.